Sunday, June 7, 2009

Herói e o ídolo

Desde de pequeno, que vejo as séries de desenhos animados sobre heróis que passam na televisão, que ficam na memória; onde o “bem” domina. Mas em pequeno, tive presente que gostaria de ser como eles, a minha imaginação era fértil. Mas pouco tempo depois descobri que tudo era fantasia.

Eu designo um herói como alguém que supera as expectativas, quem pode ter um determinado poder, que desafia a morte para salvar vidas. Admiro-os, mas nunca tento repetir as suas proezas.

Um ídolo já é bastante diferente, é alguém que nós admiramos, que por vezes repetimos o seu ideal de vida, os seus modos, e até guardamos fotos, posters sobre ele.

Isto é o que eu penso e é realmente o que eles significam para mim.  

Posted by Maradonna at 21:36:57 | Permalink | No Comments »

Planeta Terra em perigo

 

Nuno Neiva

Lugar da Portela – Vila-Cova

4750-796

 

2009-06-07                                                                                             

 

Assunto: A Terra não aguenta com tanta poluição

 

Caros habitantes do Planeta Terra,

O Planeta Terra, está a ser gravemente afectado por os nossos maus hábitos, e daqui a alguns anos os nossos descendestes vão viver um problema. A poluição que por nós é criada vai acabar com a vida na Terra. O tema que estou a abordar é várias vezes debatido na televisão, nos jornais, revistas, e é um assunto preocupante. Existem vários problemas, um deles é o aumento da temperatura que provoca o degelo dos glaciares, que vai levar à subida do nível médio das águas do mar. E a nossa costa vai ser invadida por água. Este é um dos vários problemas, e se não mudarmos os nossos ideais de vida, e deixarmos de poluir para temos uma vida mais agradável, onde ninguém irá sofrer consequências. A ajuda de todos vai ser útil para não destruirmos o resto da que nos sobra.

Cumprimentos,

Nuno Neiva

Posted by Maradonna at 21:19:59 | Permalink | No Comments »

Uma viagem com alguem diferente

O sol era abrasador. Eu estava em casa e decidi ir à praia e o único meio era de comboio.

Já estava à espera do comboio, quando chegou. Sentei-me, e a viagem começara.

Paramos, entrara uma rapariga bela e ainda jovem, e reparei em algo de estranho na rapariga, era cega.

Por estranho que pareça, sentou-se ao meu lado.

- Olá. - disse-me ela com um ar simpático.

- Olá.

- Quando chegarmos a Olival avisa-me, ok?

- Ok, eu também vou sair no mesmo local. Olha pa…

Por segundos calei-me.

- Não faz mal. - disse-me ela.

Uma lágrima  aparecera por baixo dos seus óculos pretos.

- Eu sei que sou diferente, eu sei que não posso olhar para a paisagem da mesma forma que tu. Já nasci assim. Tinha 7 anos quando perdi minha mãe, e fiquei apenas só como meu pai. Alguns meses depois descobriram que tinha cataratas e que me poderia levar à cegueira, já era tarde para o tratamento e, desde ai tudo mudara.

Eu estava triste por não poder fazer nada, o sol lá fora perdera cor, a tempo passava devagar, dento do comboio não existiam sorrisos nas várias faces que me rodeavam, e a bela rapariga continuava a sua história com uma lágrima no canto da boca.

- O meu mundo perdera as cores, o meu pai perdera a cabeça e meteu-se nas drogas, fiquem sem ele para me dar o apoio que eu precisava.

Olival estava perto, avisei-a que se aproximava…

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